Programas de habitação popular como o Minha Casa Minha Vida têm uma lógica implacável: margem apertada, volume alto e financiamento como espinha dorsal. Quem constrói nesse mercado não pode se dar ao luxo de surpresa de custo nem de entrave no crédito.
Os dois requisitos
Para operar MCMV com tranquilidade, a construtora precisa de duas coisas ao mesmo tempo: custo previsível (porque a margem não perdoa) e financiamento garantido (porque o fluxo depende do banco). Sistemas alternativos só atendem o segundo ponto se tiverem a homologação no SINAT — o DATEC — que a Caixa exige.
O que o Sistema JetCasa entrega
De um lado, os quantitativos fechados antes da obra e até 95% menos desperdício nas etapas de fabricação dão a previsibilidade de custo. Do outro, o DATEC nº 008-E garante que os empreendimentos chegam à Caixa atendendo à exigência de homologação. Junte a isso a padronização — que entrega escala sem inchar a equipe — e você tem o tripé que o MCMV pede.
Para casas e sobrados
O sistema é avaliado para casas térreas e sobrados, isolados ou geminados — exatamente o perfil de boa parte da habitação popular e dos loteamentos.
